sábado, 12 de junho de 2021

O SONHO

Acreditar no sonho,sempre me fizera acreditar, no amanhã, e que este fora melhor.
Um subterfúgio, quando o hoje me estressara,mesmo que eu me declarara,não sonhadora,porém, a tal pauta, sempre caíra como luva em minha mão, diante da credibilidade.
Sonhara e muito!
Pois eu vivera crendo, em tudo, que me fora ensinado, desde os primórdios dos dias,porém,olhando a criatividade ao meu redor, descobrira alguma coisa diferente, e que eu pudera ir mais além.
Quem recriara a partir da criação.
Ás vezes eu questionara:
O que tem o sonho vinculado ás criações humanas?
E me viera a resposta de imediato,o pensamento desenhara e o sonho colocara em movimento.
O sonho de criar um lápis, um caderno,uma panela,o telefone e muitas outras tantas.
Sempre me parecera, que a sociedade contemporânea, jamais sonhara,mas sim,fora a sociedade do desfrute,o que determinaram está determinado, e que eu jamais pudera fugir do padrão.
Fico a imaginar que fôramos adestrados de certa maneira, e que jamais houvera outra forma de viver,mas estas existem.
Se não fizermos parte de uma terra plana,os primatas viveram sonhando em pagar impostos,em vestirem roupas impecáveis e degustarem as mais finas iguarias.
Também sonharam com uma selva de pedra,onde todos pensassem iguais,quando estes lutavam pela sobrevivência,cada um a seu modo,que acabara sendo a defesa, pois instintivamente, a defesa fora sua ferramenta de sobrevivência ou morte.
Ninguém lhes ensinara,enfim,descobriram.
Exemplificando, as abelhas, não sonham,pois elas nascem e morrem na colmeia,fazendo todos os dias, as mesmas coisas e iguais.
Acreditara sempre que o sonho fora privilégio dos primatas então,mas que de repente, estejam sonhando com a volta ás suas origens.
Quando me declarara civilizada,tivera que admitir,que muitas vezes atuara,como uma abelha na colmeia.

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